Adolescente se destacou entre inúmeras inovações e recebeu reconhecimento internacional significativo por sua invenção na captação de água.

Um jovem de 14 anos sobressaiu ao desenvolver um dispositivo que emprega a energia eólica para bombear água em áreas afetadas pela seca, especialmente no estado de Pernambuco, em especial na região da grande Recife.
O projeto elaborado pelo jovem alcançou tal sucesso que recebeu reconhecimento internacional, dada sua capacidade de operar sem depender de eletricidade.
Sua invenção já foi contemplada com reconhecimento internacional na esfera da ciência e tecnologia, superando projetos de renomadas universidades e instituições de pesquisa.
A bomba foi projetada com o objetivo de simplificar a manutenção, permitindo que os moradores carentes efetuem os reparos quando necessário, evitando gastos exorbitantes como acontece nos dias atuais.
Segundo os especialistas de plantão, a invenção se apresenta como uma alternativa viável e sustentável, além de mitigar os impactos adversos da escassez hídrica nessas áreas onde existe escassez de água e muita gente em estado social crítico.
Além de apresentar um custo acessível e, ademais, gerar um impacto social direto nas comunidades, também proporciona benefícios sociais de maneira eficaz.
O projeto, concebido para uma feira de ciências do Colégio Santa Maria, pertencente ao Grupo SEB, no município de Boa Viagem, superou as expectativas.
Segundo os idealizadores da feira, foi apresentado um desafio aos alunos, cuja finalidade era desenvolver uma solução sustentável que pudesse beneficiar comunidades em condições de vulnerabilidade. Entretanto, a comissão avaliadora ficou surpresa e lhes trouxe empolgação.
Para a elaboração do projeto, o jovem deslocou-se à região do Agreste, em Pernambuco. Nesse espaço, foram efetuadas visitas a comunidades e pequenos produtores rurais, com a cuidadosa observação das dificuldades enfrentadas por aqueles que necessitam da água para subsistir e produzir.
O aluno procura estabelecer colaborações para expandir a produção e implantar equipamentos em um número maior de regiões do Semiárido, com reconhecimento internacional.
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