Diversas residências no Acre, em particular nas áreas ribeirinhas, são construídas em madeira, comumente elevadas sobre palafitas, a fim de oferecer proteção contra inundações.
As habitações em palafitas constituem uma característica distintiva da arquitetura fluvial na região amazônica, abrangendo o estado do Acre.
Elas se apresentaram como uma estratégia astuta para lidar com os obstáculos das regiões inundadas. Portanto, a utilização de madeira na construção foi autorizada pelo governo federal no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida na região Norte do Brasil.
Atualmente, as casas construídas acima do nível da água no estado, sustentadas por estacas de madeira duráveis, representam uma manifestação da cultura regional.
As áreas com maior incidência desse tipo de habitação no Acre estão predominantemente situadas em municípios ribeirinhos, como Boca do Acre e Tarauacá.
A aplicação de madeira na construção de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida, na Região Norte, é destinada a agricultores de base familiar, trabalhadores rurais, comunidades quilombolas e extrativistas.
Recentemente, a Prefeitura de Rio Branco divulgou o Decreto nº 3.030, que estabelece a Comissão encarregada do Programa 1001 Dignidades: Unidades Habitacionais de Interesse Social Sustentáveis, além de articular a coordenação dos programas Minha Casa, Minha Vida e Minha Dignidade.
A iniciativa visa reforçar a administração das políticas públicas voltadas para habitação, além de assegurar maior transparência e eficácia na implementação dos projetos sociais no município.
