A Via-Sacra do Morro da Capelinha, localizada em Planaltina, foi declarada um ícone da cultura nacional em março deste ano. Desde 1973, o local recebe aproximadamente 150 mil visitantes na Sexta-Feira Santa, sendo classificado como um patrimônio imaterial, promovendo a integração entre fé, arte e comunidade.
O evento que acontece anualmente, há mais de cinquenta anos, no Morro da Capelinha é considerado um dos mais relevantes do Brasil. A encenação acontece na Sexta-Feira Santa, com a apresentação da Paixão de Cristo.
Realizado desde 1973, já é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal (PIDF) desde 2008, congregando cerca de 1.400 voluntários, abrangendo atores, figurantes e equipes de produção, e atraindo aproximadamente 150 mil espectadores.
A preservação do morro da Capelina ocorre, sobretudo, graças à cooperação entre a comunidade local, voluntários e organizações do Governo do Distrito Federal (GDF).
A Igreja Católica tem um papel ativo, com o arcebispo de Brasília celebrando missas nas suas dependências, já que a área se apresenta como um local de peregrinação e cumprimento de promessas durante todo o ano.
A proposta para o reconhecimento foi nacionalmente apresentada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) e relatada na Comissão de Educação pela senadora Leila Barros (PDT-DF).
Após a aprovação do projeto no Senado, este segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.
Se um projeto que tiver sido homologado no Senado for também aprovado na Câmara dos Deputados sem alterações, será encaminhado para a sanção ou veto do Presidente da República.
Caso a Câmara altere o texto, o projeto será remetido ao Senado para uma nova votação antes de ser enviado ao Presidente.
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