Numerosos lugares ao redor do mundo impõem taxas aos turistas, como Veneza (Itália), Ilha de Páscoa (Chile), Machu Picchu (Peru), Bali (Indonésia) e Butão, com o objetivo de regular o turismo excessivo e financiar a conservação local. Além disso, nações como Grécia, cidades como Paris, Barcelona, Amsterdã, Roma e Lisboa também impõem impostos sobre acomodação ou entrada, além do novo sistema ETIAS na União Europeia para dispensa de visto.
No Brasil, destinos como Fernando de Noronha e Jericoacoara exigem taxas dos visitantes para conservação, ao passo que em outros lugares essa cobrança é opcional. As taxas visam controlar o impacto e manter a qualidade dos lugares.
Campos do Jordão, em São Paulo, aprovou uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA) de R$ 13,48 por dia para veículos que entram na cidade, com início de cobrança em 2026. Os municípios de Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela também contam com taxas semelhantes.
A prefeitura de Aparecida recebe 10 milhões de visitantes anuais e propôs à Câmara um Projeto de Lei para implementar uma Taxa de Turismo Sustentável para veículos que entram na cidade, com o objetivo de financiar a infraestrutura e os serviços afetados pelos turistas.
Bonito, no Mato Grosso do Sul, começou a cobrar por pessoa por dia uma taxa ambiental de R$ 15 em novembro de 2025.
Fernando de Noronha (PE), Jericoacoara (CE) e Bombinhas (SC) também têm taxas.
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