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sexta-feira, janeiro 02, 2026

CHACINA DE POÇÃO

Pessoas detidas, suspeitas de terem ordenado a execução de três conselheiros tutelares na Chacina de Poção, localizada no agreste pernambucano, são condenados  a  penas que chegam a 101 anos de prisão.


Está semana, três indivíduos processados pelo homicídio de quatro pessoas em 2015, na região do Agreste de Pernambuco, na chamada chacina de Poção, foram sentenciados. 

A deliberação ocorreu no Fórum Thomaz de Aquino, localizado em Recife. Os réus são: Egon Augusto Nunes de Oliveira, Ednaldo Afonso da Silva e Orivaldo Godê de Oliveira. Eles foram sentenciados pela Justiça, com penas que totalizam 101 anos de prisão.

Em fevereiro do ano anterior, Wellington Silvestre dos Santos, reconhecido como o responsável pela execução da chacina, recebeu uma condenação de 74 anos. 

Totalizam-se 7 réus envolvidos na ação que está sendo julgada. Até o momento, apenas quatro indivíduos foram condenados pelo crime que abalou o Brasil.

Permanece a pendência do julgamento de três réus, cuja data foi estabelecida para o dia 3 de fevereiro de 2026, às 9h00.

O crime ocorreu há dez anos em um automóvel na zona rural de Poção, situada a 240 quilômetros de Recife. 

Os conselheiros tutelares Lindenberg Nóbrega de Vasconcelos, com 54 anos, José Daniel Farias Monteiro, de 31 anos, e Carmem Lúcia da Silva, com 38 anos, foram os alvos dos assassinos, além de Ana Rita Venâncio, de 62 anos, avó materna de Ana Cláudia, uma criança de três anos, pivô da emboscada. 

A criança se encontrava no veículo durante os assassinatos e foi a única sobrevivente do homicídio.

A Justiça aponta Bernadete Siqueira Britto de Rocha, avó paterna da criança, como  responsável pelos homicídios.

De acordo com os registros no processo em questão, as investigações conduzidas pela polícia começaram quando a avó paterna da menina decidiu contratar um grupo de extermínio, com o objetivo de exterminar a família da mãe da criança, visando garantir a custódia da neta. Este dramático desfecho de acontecimentos expõe uma circunstância extremamente alarmante e intrincada, que abrange aspectos familiares e criminais.



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