O Real Forte Príncipe da Beira, erguido em 1775 com o objetivo de defender o país contra os espanhóis está localizado à margem direita do rio Guaporé, na cidade de Costa Marques, em Rondônia.
O turismo em Rondônia proporciona uma combinação de história, cultura e natureza, com atrações como a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e o Mercado Cultural localizados em Porto Velho,
Além do Real Forte Príncipe da Beira, situado na margem direita do rio Guaporé, na cidade de Costa Marques, erguido em 1775 com a finalidade de proteger o país contra os espanhóis e foi inaugurado em 20 de agosto de 1783.
Trata-se da segunda maior fortaleza construída no Brasil, subsequentemente à Cidade do Salvador, que foi estabelecida como uma fortificação em 1549.
A data de fundação encontra-se gravada na face norte do Forte, apresentando uma inscrição em latim.
O local correspondia a uma cidadela de pedra, e estimava-se que, em seu auge, mais de 800 indivíduos habitavam ali.
O Forte foi edificado sobre um terrapleno, situado a aproximadamente dez metros da margem do rio.
As suas muralhas eram constituídas de robusta pedra talhada, apresentando uma altura de 10 metros.
O local contava com 970 metros de perímetro e 4 baluartes, equipados com 14 canhoneiras cada um.
No interior do Forte, estavam localizados edifícios que serviam como quartéis para a guarnição, armazéns, um hospital, uma prisão, uma capela, uma cisterna e um paiol subterrâneo.
O Forte foi deixado de lado após a Proclamação da República, em 1889, e foi saqueado nos anos subsequentes.
Por estar as margens do Rio Guaporé permaneceram sob exploração por seringueiros, especialmente de origem boliviana já que boa parte do material foi localizados na Bolívia.
Ele foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1950 e em 2025, o Real Forte Príncipe da Beira, é um patrimônio histórico e turístico relevante, destacando-se em eventos como a exposição na Expoturismo Rondônia sobre sua revitalização e em festivais culturais regionais, como o Duelo na Fronteira em Guajará-Mirim.
O forte é um monumento colonial português e atração turística para quem quer aprender sobre a história da Amazônia.
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