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terça-feira, abril 28, 2026

COP15 MS

A Conferência das Nações Unidas, realizada em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, resultou na criação de um legado através do plantio de um bosque com 250 mudas de espécies nativas e frutíferas.


A Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), realizada em março de 2026 em Campo Grande, contou com a participação de mais de 130 nações com a finalidade de assegurar a preservação de espécies migratórias.

O evento se concentrou em corredores ecológicos, incentivando a salvaguarda de 40 novas espécies, incluindo o surubim-pintado e a ariranha, com o propósito de intensificar a colaboração internacional.

Nos últimos dias do encontro em Campo Grande (MS), os participantes aproveitaram a chance para deixar um legado significativo do encontro global, construindo um bosque composto por árvores nativas e frutíferas.

No total, 250 sementes de espécies típicas do Cerrado e plantas frutíferas foram cultivadas, incluindo sapoti, pitanga, angico e manduvi, uma árvore frequentemente usada pela arara-azul para construir seu ninho.

A proposta é chamar a atenção da espécie que já está retomando sua conexão com a cidade. A bióloga Sílvia Ray Pereira, que faz parte da Gerência de Arborização do Município, esclareceu que a arara-azul encontrará aqui um local seguro para nidificar.

Durante a realização, foi alcançado um acordo inédito sobre os mais de 100 pontos da pauta, foi obtido em praticamente todas as resoluções estabelecidas durante a reunião.

As ações lideradas ou respaldadas pelo governo federal incluem a validação do Plano de Ação para a Conservação dos Grandes Bagres Migratórios da Amazônia, além do incentivo a esforços internacionais voltados para a salvaguarda do tubarão-mangona e do tubarão-peregrino.
O evento, finalizado ontem, incluiu durante toda a sua programação uma agenda alternativa de atividades gratuitas acessíveis ao público na Casa do Homem Pantaneiro: a Conexão sem Limites.




 

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