O varejo do Rio Grande do Norte cresceu 1,4% em maio, marcando o 14º mês seguido de alta, segundo a Fecomércio, devido principalmente às vendas de farmácias, cosméticos, móveis e eletrodomésticos. O aumento anual chega a 5%, acima da média nacional.
Em maio de 2026, o comércio varejista do Rio Grande do Norte cresceu 1,4% em comparação ao ano anterior.
O resultado representa o 14º mês seguido de crescimento no estado, segundo o Instituto Fecomércio pesquisa e analisa o comércio de bens e serviços do RN, com base na Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE.
A instituição apontou que as vendas de farmacêuticos, cosméticos, móveis e eletroeletrônicos impulsionaram o bom desempenho.
As mudanças se baseiam na receita líquida do setor, já ajustada pela inflação.
O crescimento no Rio Grande do Norte foi superior à média nacional de 0,4% em maio. O estado ficou em nona posição na taxa de crescimento entre as 27 unidades federativas, sendo a terceira do Nordeste, atrás de Pernambuco (7,4%) e Ceará (2,6%).
O aumento se deu em uma base de comparação favorável. Em maio de 2025, as vendas do varejo no Rio Grande do Norte cresceram 4%, indicando uma tendência positiva para o setor.
Em maio, treze estados do Brasil tiveram crescimento. A performance nacional foi afetada pelas quedas nos quatro estados da Região Sudeste, especialmente em São Paulo, que teve uma redução de 0,9%.
De janeiro a maio, o varejo do Rio Grande do Norte cresceu 5%, enquanto a média nacional teve um aumento de 1,7%. Os principais impulsos vieram das vendas de combustíveis e do setor supermercadista.
Nos cinco primeiros meses do ano, o Rio Grande do Norte teve o quinto maior crescimento do Brasil e o segundo do Nordeste, atrás apenas de Pernambuco, que teve uma alta de 11%. No ranking nacional, o estado ficou abaixo do Distrito Federal, Tocantins e Acre.
O comércio varejista ampliado, incluindo veículos, motocicletas, acessórios e materiais de construção, avançou no Rio Grande do Norte. Em maio, a expansão foi de 0,4%.
Segundo a Fecomércio, o menor desempenho do varejo amplo foi afetado pela queda nas vendas dos atacarejos. O setor teve um bom desempenho no estado este ano, com crescimento de 3,3%.
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