Segundo especialistas, as eleição para a presidência no Brasil definirá o destino da Floresta Amazônica.
Os cidadãos brasileiros que irão às urnas no segundo turno, marcado para 25 de outubro, possuem em suas mãos o destino da Amazônia. Se Flávio Bolsonaro (PL) conquistar êxito nas eleições, provavelmente haverá um incremento no desmatamento da Amazônia, conforme afirmam organizações não governamentais vinculadas à conservação ambiental.
Catalogado por especialistas como um político que nega a existência das mudanças climáticas, ele pode avançar rumo à devastação da área.
Flávio, herdeiro do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente residindo em domicílio em virtude de pendências judiciais, aspira a revogar ou abolir as normativas ambientais.
A nefasta política de Flávio recebe considerável respaldo dos segmentos econômicos que operam na Amazônia, os quais possuem total interesse na devastação da floresta, por meio do desmatamento, da ampliação da pecuária, das culturas de soja e da mineração ilegal.
É imprescindível ressaltar que, de forma recente, a cidade de Manaus se sobressaiu entre as capitais brasileiras ao exibir a mais reduzida qualidade do ar do país, em virtude de uma espessa camada de fumaça oriunda de queimadas e incêndios florestais no estado do Amazonas e em áreas adjacentes.
O governo federal reconheceu a situação de emergência decretada pela gestão do Amazonas em 36 localidades do estado, em razão dos incêndios florestais.
Tal reconhecimento foi efetuado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), poucas horas após a publicação do decreto estadual, o que possibilita ao governo estadual solicitar recursos federais para tratar da crise, recebendo-os de maneira mais ágil e eficaz.
O decreto estadual abrange os municípios da Região Metropolitana de Manaus, bem como aqueles localizados no sul e em outras regiões do Amazonas.
Além da capital, a deliberação se estende a Autazes, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Novo Airão e Presidente Figueiredo, que integram a Grande Manaus; Apuí, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea e Manicoré, localizados no sul do Amazonas; e Barreirinha, Boa Vista do Ramos e Parintins, que estão situados na região do Baixo Amazonas.

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