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quarta-feira, abril 08, 2026

CHILE - SEPARANDO NAÇÃO

O Chile iniciou a construção de um muro com altura de até 5 metros, acompanhado de um sistema de trincheiras, na fronteira com o Peru; essa iniciativa poderá se estender por até 500 km, visando limitar a imigração irregular.



A gestão de José Antonio Kast começou no ano passado, no Chile, a separação do país em relação às nações vizinhas. 

Em março de 2026, com a finalidade de restringir a imigração irregular, uma nova etapa do projeto foi iniciada na fronteira norte.

O projeto se resume à construção de um sistema de contenção, que inclui barreiras de até 5 metros de altura e sistemas de trincheiras, com um projeto que pode alcançar cerca de 500 km de extensão e monitoramento tecnológico, inspirado no modelo norte-americano aplicado na fronteira com o México. 

A proposta tem como objetivo restringir a imigração ilegal, uma das promessas de campanha, que se intensificou na região nos últimos anos.

A construção abrange diversas estruturas estratégicas ao longo da fronteira com o Peru, não se limitando a uma única barreira. Estão sendo construídas barreiras com altura de até cinco metros em locais considerados críticos, com a implementação de trincheiras profundas e um monitoramento incessante. A lógica é evidente: dificultar, procrastinar e tornar a travessia mais difícil.

Segundo o governo chileno, a grande parte dos migrantes chega através do Peru e da Bolívia, sendo, principalmente, cidadãos venezuelanos que buscam condições de vida melhores na região.

O Chile, cuja capital é Santiago, é um país que se distingue por seu território extenso e estreito, que se estende pelo extremo ocidental da América do Sul, possuindo mais de 6.000 km de litoral ao longo do Oceano Pacífico. 

O país encontra-se em um vale rodeado pelos Andes e pelas montanhas da Cordilheira da Costa do Pacífico Sul. 

O Chile é considerado uma das nações mais prósperas e desenvolvidas da América Latina, sendo frequentemente classificado, segundo o Banco Mundial, como integrante da faixa de renda média-alta ou alta. 

A região sobressai em riqueza financeira per capita, apresentando um valor de US$ 21,7 mil por habitante, e possui uma economia robusta, alicerçada na extração mineral, que inclui cobre e lítio.




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